venerdì, ottobre 15, 2010
não fosse o sonso perigo da África, seria povo alastrado (MAIS E MAIS E MAZEMAIZENA)
THE WORLD'S GOTTEN ME DIZZY AGAIN.
E EU HOJE COMENTEI COM MEU (ÚNICO) BOM-DEMÔNIO DE QUEM JÁ ME QUEDEI FISICAMENTE (PORQUE, EM ESPÍRITO, Ô, QUE NINGUÉM EXTRAI DE MIM MONSIEUR COHEN, TAMPOUCO EU, DE SUAS ENTRANHAS IMACULADAS) PERTO QUE ANINHA ME ENSINOU CAMINHO PELO LABIRINTO. COMO ESCAPULIR DA ESQUINA COSTUMEIRA. E COM FRESCOR DE ALMA.
O ANTÍDOTO QUIÇÁ RESIDA NO SENHOR EX-SNI, COM SEU ESPICILÉGIO TEMIDO PELOS VIZINHOS, E A NECESSIDADE IMENSA QUE UMA PESSOA ASSIM POSSUI DE SER OUVIDA. SE NÃO ELE, QUE PISA MORROS OUTROS QUE NÃO ESTA PLANÍCIE AGÔNICA, MINHA, OUTROS. E DJ ME PARTICIPOU DO PROGRAMA PALIATIVOS EMOCIONAIS. ERA ISSO? ENFIM, VICEJEI. DO MEIOZINHO DO LABIRINTO, MAS JÁ AVISTANDO A DOBRA DA MURTA.
p.p.s: reacendendo questionamento antigo,
The few clues that we have indicate that the Labyrinth originally served many different purposes to the Egyptians. We know that it served as the mortuary temple of pharaoh Amenemhet III (19th century BC), the place on earth where Egyptians would make daily offerings to Amenemhet's spirit—for all eternity—to guarantee his prosperity in the afterlife.
The Labyrinth probably also functioned as a cult center and meetingplace for the rulers of the nomes, or Egyptian political divisions, and it may have served as a palace and administrative center too. Intriguingly, the pyramid that formed a part of this complex contained its own fantastic maze hewn from stone, designed to guard Amenemhet's mummy from tomb robbers.